A colaboração entre instituições brasileiras e norte-americanas na área de vacinas demonstra que desafios de saúde exigem conhecimento compartilhado.
Pesquisa básica, ensaios clínicos, regulação e produção são etapas diferentes, e cada parceiro pode contribuir com competências específicas.
Quando a transferência de tecnologia inclui formação e capacidade local, o resultado permanece no país e beneficia projetos futuros.
Fonte: Ministério da Saúde.